A senadora Tereza Cristina (PP) pode ficar fora, novamente, da disputa presidencial com uma possível indicação de ser a candidata à vice-presidente na chapa de Fláviio Bolsonaro, na eleição de outubro, acumulando um segundo abandono da família Bolsonaro.

A senadora Tereza Cristina sempre esteve cotada para vice de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial, mas pode perder espaço para o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo).
A senadora de Mato Grosso do Sul é respeitada, principalmente pelo agronegócio, mas o colégio eleitoral de Minas, um dos maiores do País e decisivo para eleição que promete ser acirrada novamente, deve fazê-la perder espaço.
Nesta semana, o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, voltou a declarar que ela é uma das favoritas, mas destacou a necessidade dos votos de Minas, reduto de Zema.
Valdemar pontuou que Tereza tem um carisma como ninguém e é mulher, mas reforçou a importância de Minas Gerais para a campanha de Flávio Bolsonaro.
Tereza já disse, várias vezes, que nunca falou sobre o assunto e que vice é a última escolha. Ela também era cotada para vice de Tarcísio de Freitas.
Na eleição de 2022, Tereza também era favorita como vice, mas foi preterida por Braga Neto. Bolsonaro perdeu a eleição e o próprio Valdemar disse, recentemente, que este pode ter sido um dos fatores da derrota.
